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A Moda Lisboa, este ano foi mais sustentável.

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No passado sábado, na Lisboa Fashion Week, tive o privilégio de estar presente como convidada e Speaker  para uma das Round Tables, que o evento tem vindo a desenvolver, – “Mudanças de Paradigma: Modelos de Negócio do Futuro”.

E fiquei mesmo muito feliz, não só porque o objetivo era falar sobre #ModaSustentável e de tudo o que a envolve. Mas, também, por apresentar, em maior detalhe, o meu projeto Change IT.

Para quem não conhece,o Change IT é uma Organização dedicada ao impacto social, alinhada com os 17 objectivos de desenvolvimento sustentável da ONU. Um Movimento, uma rede social, uma plataforma para a mudança global e um convite a uma nova visão do Mundo. E vocês estão todos convidados a serem “changers”.

Há já algum tempo que procuro dar de mim, para que a transformação aconteça. E que bom que é descobrirmos que não estamos sozinhos neste movimento, nesta mudança. E que já tanto se realiza no nosso País, como é o caso da empresa Scoop, a plataforma Catalyst, o site Fair Bazzar, e no resto do Mundo, como por exemplo a criação da Global Fashion Exchange, do moderador Patrick Duffy.

Foram momentos de troca, partilha, descoberta e aprendizagem. Uma conferência com a sala cheia de almas curiosas e motivadas para uma vida mais sustentável, desejosas de conhecer novos rumos. Acredito que saímos todos mais ricos e com ainda mais vontade de nos unirmos para continuar a mudança!

Joana Dias da Cunha, Catalyst, Daniel Pinto, Patrick Duffy, António Vasconcelos, Graziela Sousa e Maria Guedes

Para mim, o futuro é promissor, é positivo (ou não fosse eu uma pessoa positiva e optimista por natureza) e esta mudança não só é necessária, como vital para todos e o nosso Planeta.

Aqui ficam alguns dos pontos, entre tantos outros que foquei e que falamos durante esta boa conversa:

  1. A Indústria da moda é de facto uma das Indústrias economicamente mais fortes, mas igualmente mais poluentes;
  2. Daí a forte necessidade de mudar o rumo das criações, da forma como se vê a moda e o seu consumo;
  3. A verdadeira transformação deve acontecer simultaneamente a várias níveis:
  4. Do público e como consome, aquilo que exige e a vontade de “vestir” o que é mais sustentável, assim como a prática do desapego.
  5. A Indústria e o meio devem descobrir (como aliás, já o fazem), como criar peças e colecções “sem estação”, e que não danifiquem os recursos naturais e meio ambiente.
  6. Num dos artigos que partilhei anteriormente, abordei a prática do slow fashion, também, tão importante nesta mudança.

Na próxima terça-feira, 21 de outubro, estejam atentos para verem o programa, no meu canal TV ARC e no meu IGTV, dedicado a este tema e com entrevistas a todos os excelentes convidados que acima mencionei.

Look

Styling @danielbaptistaribeiro

Vestido @ricardopretoofficial

Biker @massimodutti

Jóias @bulgariofficial

Sandálias @itsjulianaherc

Hairstyle @luciapilotocabeleireiros

 

ARC

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